Nossa escola, compromisso com o futuro.
Nossa escola é resultado de 17 anos de pratica de Wing Chun e foi
idealizada originalmente por três estudantes privativos de Mestre Li Hon
Ki: Marcos de Abreu, Nelson de Santana e Dr. Renato Nadier, além de Alex
Crispim Ribeiro, no ano de 2001, e executada em 2002 com seus irmãos
kung fu e guerreiros de todas as horas Patrício D. Silva, Rildo, Dr.
Gustavo Gomez e Dr. Vansembergues Alves.
Na atual fase, conta com ainda o apoio fundamental do Prof. Dr. José
Augusto Maciel Torres, figura de vulto na promoção de diferentes artes
marciais no Brasil. Juntas, essas pessoas exerceram diferentes
atividades, nos mais diversos campos, proporcionando apoio, recursos,
suporte psicológico e experiências em diferentes campos do combate livre
que moldaram uma visão conjunta rica e
ao mesmo tempo harmoniosa do nosso sistema de luta. A essas pessoas, uma
verdadeira Família Wing Chun, dedicamos nossa eterna gratidão.
No ano de 2007 Marcos de Abreu, depois de muitas conversas com seu
Sihing Claudio Rangel, e tão somente para agradar seu Mestre Li Hon Ki e
tentar ajudar no que for necessário a Família enquanto instituição
organizada, entra para a Applied Wing Chun Brazil no final do ano 2008.
Sifu Marcos agradece também a seus Sihing Marcelo Florentino e Alberto
França Gomes por terem tido postura humilde e verem seu ingresso como
algo positivo, apesar de seus parcos recursos, e não terem colocado
nenhum tipo de empecilho burocrático ou hierárquico, muito pelo
contrário.
Os mantenedores deste espaço acreditam que estudar sob a orientação de
um grande mestre não seja garantia de nada além de um grande pontapé
inicial, do ponto de vista de uma organização. Infelizmente, no Brasil,
a compra e venda de certificados teoricamente acima de qualquer suspeita
e abertura de escolas por pessoas completamente despreparadas é uma
constante. Certamente este não é caso de nossa escola.
Não há discurso proselitista sobre invencibilidade e afins, não há
segredos, só trabalho feito e a fazer. Uma boa escola de artes marciais
é feita com muita luta, intercâmbio, um ambiente sadio e com pessoas
comprometidas com um ideal. Menos discurso, mais ações e, ainda que a
pequenos passos, de forma constante e inabalável. O nosso grupo tem plena
consciência que é a primeira geração de não chineses na sucessão direta
de praticantes e suportou tremendas diferenças culturais a ponto de ter
plena consciência de estar trabalhando não para esta geração - não
estamos interessados em exercer qualquer tipo de vaidade fútil - mas
para as próximas duas ou três gerações de praticantes. Esperamos que um
futuro glorioso sorria para a semente que foi plantada agora, e que tudo
tenha valido à pena.










